Corina - Ecos do Silêncio

Cena de duas pessoas, uma mulher e um homem, de aparência histórica ou clássica, olhando por uma cortina de veludo vermelho, com fundo escuro, com texto em destaque 'Corina ecos do silêncio'.
Grupo de sete pessoas sorrindo, posando na frente de uma parede de madeira. Duas pessoas estão sentadas em blocos de cortiça, enquanto as outras cinco estão de pé. Todos parecem felizes e descontraídos. Logo na parte inferior da imagem, há uma marca d'água com o texto 'Bemdito' e um desenho de rosto sorridente, além da frase 'Laboratório Criativo'.
  • Direção: Bemdito Ato (coletiva)

    Elenco:

    • Brenda Samara

    • Cauynê Vieira

    • Cristian Oliveira

    • João Serafim

    • Stefane Gonçalves

    • Vicco Dallenare

  • Patrocínio:

    • Diniz Prime

    Apoio:

    • A2N Consultoria

    • Condor Supermercado

    • Di Fatto Móveis

    • Strasburger Cervejaria

“Corina – Ecos do Silêncio” é um espetáculo do grupo Bemdito Ato – Laboratório Criativo que parte da história real de Corina Portugal para construir uma experiência teatral marcada pela memória, pela denúncia e pela reflexão social. Ambientada entre o final do Império e os primeiros anos da República, a montagem revisita um crime ocorrido em Ponta Grossa e transforma essa narrativa histórica em um debate sobre violência contra a mulher.

Além da dimensão artística, “Corina – Ecos do Silêncio” busca aproximar o público da história e do patrimônio cultural de Ponta Grossa, valorizando personagens históricos ligados à cidade e transformando o teatro em espaço de conscientização e diálogo. O espetáculo propõe uma reflexão sobre violência doméstica e misoginia, estabelecendo pontes entre passado e presente para mostrar que muitas das estruturas que silenciaram Corina ainda persistem na sociedade contemporânea.

Assim, o Bemdito Ato constrói uma obra que não apenas resgata a memória por trás de um patrimônio pontagrossense, mas também convida o público a encarar criticamente as violências que atravessam as relações humanas, reafirmando o teatro como instrumento de reflexão, denúncia e transformação social.